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Briefing, o passo mais importante na jornada do Job

Um filme sem uma pré-produção decente tem pouquíssimas possibilidades de sucesso. Assim também é com os eventos, impossíveis de se realizar sem um bom planejamento. Na publicidade, esta etapa de organização começa com o  briefing, o marco inicial no desenvolvimento de campanhas e peças que poderão ou não atender às expectativas do cliente.

briefing

Embora seja muito importante, o desenvolvimento correto de um briefing nem sempre é notado, pois o pragmatismo faz parte do seu processo. Já  o estrago de um briefing mal feito é bem nítido, com muita geração de retrabalho e prejuízo imediato para ficar de prova.

Um briefing perfeito não é sinônimo de campanha de sucesso, mas é a garantia de que ela começou adequadamente, pois, como escreveu o filósofo chinês Lao Tsé: “Toda longa jornada começa com o primeiro passo”. Daí a importância de começar bem.

O briefing precisa ser o mais completo possível, com informações claras sobre o produto, serviço ou marca. É necessário que o briefing deixe nítido o cenário, os objetivos que o cliente deseja alcançar e público-alvo. O atendimento precisa reunir informações úteis, peças a serem criadas, insights, e, se puder, também saber o montante financeiro que o cliente pretende investir na ação.

O briefing moderno é uma bússola criativa cujas principais características devem ser a informatividade, concisão e inspiração. Criativos motivados e munidos de boa informação costumam ser mais assertivos e todo mundo sai ganhando no fim do trabalho.


Sobre o Pauta.Me

O Pauta.Me é um software ERP para agências de publicidade desenvolvido para integrar e atender as demandas de todos os departamentos da empresa. O módulo de Projetos conta com um recurso de modelo de escopos para a criação de projetos (campanhas) e modelos de briefing na ferramenta de criação de tarefas (jobs). Os modelos podem ser editados conforme as necessidades da agência.

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Estudo AdReaction 2016: A Geração Z e os novos desafios da publicidade

O Instituto Kantar Millward Brown publicou o resultado do estudo AdReaction 2016, com informações de uma pesquisa realizada em 39 países com mais mais de 23 mil pessoas com idades entre 16 e 49 anos (as chamadas gerações X, Y e Z).

O Kandar Millward Brown é uma organização americana de atuação global, especializada em pesquisas de propaganda, comunicação e marketing. O AdReaction é um estudo realizado desde 2001 com o objetivo de produzir informação e insights baseados na relação dos consumidores com a publicidade.

estudo_geracaoZ2016

A prioridade do trabalho foram os dados referentes à  Geração Z, composta de indivíduos nascidos entre 1997 e 2011, que que  estimativa global deste número é dois bilhões de pessoas (27% da população mundial). O “Z” vem de “zapear”, pois uma das características desta geração é não concentrar muito em um único conteúdo.  A dispersão, inclusive, um dos desafios perceptíveis no estudo.

Música

A pesquisa AdReaction destaca muitas diferenças geracionais e uma variedade de fatores de estilo de vida. Entre elas, o notável gosto pela música entre as pessoas da Geração Z, já que 43% é consumidora ativa desta linguagem (quase o dobro da Geração X). Outra informação relevante sobre o tema: A Geração Z  gosta muito de acessar música em plataformas digitais.

Mídias Sociais e Mobilidade

A Geração Z tem uma forte presença em mídias sociais, só que de forma mais variada do que as outras gerações, mantendo perfis em plataformas além do Facebook, como o Instagram, YouTube e Snapchat. Para manter-se conectada, a Geração Z gasta mais tempo nos smartphones e tablets (3/4 dos entrevistados passam pelo menos uma hora usando este tipo de dispositivo). Por isso prefere conteúdo curto, interativo e móvel.

Audiovisual e Humor

O estudo AdReaction aponta que a Geração Z tem um nível sofisticado de discernimento visual. Tão importante quanto a mensagem, é a forma como ela é apresentada. Especialmente em termos de qualidades visuais.

Ao produzir um vídeo para a rede, por exemplo, é importante que a agência assegure-se de que os anúncios causem impacto logo no início, para evitar que sejam ignorados. A Geração Z é significativamente mais propensa a “pular” anúncios e detesta vídeos on-line invasivos e não ignoráveis.

Em contrapartida, a Geração Z gosta muito de anúncios digitais com uma forte estética e formatos imersivos para melhorar a experiência visual, como realidade aumentada. Os autores do estudo AdReaction também recomendam o uso de humor nos anúncios, considerado um dos melhores recursos para evitar a rejeição.

Faça download do estudo AdReaction 2016 completo aqui (em inglês)


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Digitalizar sem cultura de uso é permanecer offline

A publicidade sempre foi uma atividade acelerada por natureza, que nasceu da urgência dos clientes em anunciarem seus produtos e marcas. Esta urgência aumentou ainda mais em tempos de alta dispersão midiática e reatividade da Internet. Para acompanhar este cenário, as Agências também precisam mudar suas rotinas e processos. A distribuição de briefings em papéis e pastas entre os departamentos não é só uma visão antiquada, mas perigosa para a manutenção de qualquer empresa.

cultura_de_uso

A solução moderna para esta demanda é a digitalização dos processos de trabalho, mas só isso não basta. Esta solução precisa ser aproveitada em sua plenitude, para isso, é necessário um fator: a Cultura de uso.

Não adianta para a Agência adquirir servidores de arquivos, instalar equipamentos potentes, conectar Internet de alta velocidade se a equipe não tem o hábito de checar e-mails ou não sabe o que é um Google Doc.

Assim como não adianta implementar softwares complexo que burocratizem e tragam mais trabalho para os gerentes de contas, redatores e designers.

Para o aproveitamento completo dos recursos e softwares, é necessário que toda a equipe tenha tanto o treinamento técnico quanto a cultura de uso destas ferramentas digitais. Ou seja, não basta apenas usar um sistema de gestão de projetos por exemplo, você precisa ter o hábito de acessar e checar as informações e diariamente.

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Hoje é dia das Publicitárias e dos Publicitários! E você ganhou desconto!

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 Dia 1º de Fevereiro é o dia de quem faz da publicidade brasileira uma das melhores do mundo! E a comemoração não para por aqui: Quem solicitar uma apresentação do Pauta.Me nesta data, ganha 20% de desconto!

 

“Livre de direitos autorais” não existe. Mas conteúdo gratuito, sim.

Você finalmente teve um insight para escrever aquele artigo para o blog da empresa de acordo com a temática e assuntos definidos para o inbound marketing.

Texto pronto, ficou ótimo! Mas precisa de uma imagem para ilustrar. É aí que começa o problema, pois muitas vezes você trabalha em uma agência nova, com bancos de imagens limitados e sem um ilustrador fixo.

É lógico que a primeira ação é ir procurar no Google Imagens aquela foto ou desenho que mais se aplica ao conteúdo, afinal, tudo que está na rede pode ser usado. Correto?

Não.

remix“Remix”, de  Bill Benzon.

No Brasil, todas as obras criadas no país estão protegidas desde o momento da sua criação pela  Lei nº.  9.610/1998, que regula os Direitos Autorais. Esta prerrogativa vale para a Internet também. Uma foto utilizada em um blog sem a devida autorização do autor pode trazer problemas como um pedido de retirada da imagem, na melhor das hipóteses.

A Lei de Direito Autoral brasileira é objeto de intenso debate entre artistas, pesquisadores, juristas e ativistas. Enquanto alguns grupos defendem uma reforma com mais flexibilização visando o acesso universal aos bens culturais, outros defendem uma restrição maior e mais punição aos que violam a propriedade intelectual.

Um recurso que me incomoda em centenas de artigos e matérias caça-cliques na rede são frases como “90 sites de músicas livres de direitos autorais”, “vídeos livres de direitos autorais”, “597 bancos de imagens Livres de Direitos Autorais”.  Não existe conteúdo “livre de direitos autorais”.

Como o explica o professor Marcos Wachowicz, Coordenador do Grupo de Estudos de Direito Autoral e Industrial (GEDAI) da Universidade Federal do Paraná:

A expressão livre de direitos autorais não é apropriada. Pois mesmo uma obra em Domínio Público ainda assim ela é tutelada pelo direito autoral.

Mesmo após entrar em Domínio Público, a obra continua a ter um autor, o que acaba são os direitos patrimoniais sobre a criação. O Domínio Público passa a valer 70 anos após a morte do autor, mas os direitos morais sobre a obra são intransferíveis, ou seja, o crédito é sempre necessário. As obras em Domínio Público podem ser acessadas no Portal Domínio Público mantido pelo Governo Federal.

Existem muitas alternativas e recursos para encontrar imagens, áudios, vídeos e até textos sem restrições de uso. Basta um pouco mais de critérios na hora de procurar e utilizar o conteúdo disponível na rede.

O primeiro critério é checar a fonte. Não use imagens publicadas em blogs ou mídias sociais sem a autoria comprovada. Existem muitas plataformas de compartilhamento que disponibilizam conteúdo para todo o tipo de utilização, inclusive para uso comercial e modificação.

O próprio Google oferece um filtros de resultados para encontrar conteúdo com permissão de uso. Para isso, é necessário acessar o filtro da Pesquisa Avançada chamado “direitos de uso.

O Flickr é outra plataforma que fornece imagens e vídeos sob vários tipo de licenças. Também é importante lembrar da Wikipedia, a maior enciclopédia colaborativa do mundo mantém o projeto Wikimedia Commons, que conta com um banco de imagens, sons e até vídeos disponíveis para reutilização.

Outro importante critério é checar a autorização do autor. Como escrevi antes, toda a obra criada no Brasil – assim como outros países que também possuem Leis de proteção aos Direitos Autorais – é protegida automaticamente. Para que ela esteja “liberada previamente”, os criadores precisam deixar isso expresso.

Existem vários tipos de licenças que os autores podem utilizar para “liberar” as suas obras, as mais conhecidas são as Creative Commons, licenças de direitos autorais que fornecem de maneira simples e padronizada a permissão para compartilhar e utilizar o trabalho criativo.

Bom trabalho!

Armazenamento de dados nas Agências de Publicidade: Backup local ou na Nuvem?

Uma das principais características da era da Informação é a substituição dos sistemas analógicos por sistemas digitais de registro, transmissão e arquivamento de informações, seja no formato de textos, vídeos, peças gráficas ou áudio.

Esta transformação afetou tanto a forma das pessoas se relacionarem na sociedade quanto os processos de trabalho dentro das empresas. Com as Agências de Publicidade e Marketing não poderia ser diferente, principalmente porque trabalham com conteúdos simbólicos.

A questão é que o arquivamento e segurança destes conteúdos não é simples e nem barata. Criar, manipular e salvar peças gráficas ou audiovisuais de alta qualidade demanda um grande desempenho de computadores e servidores que podem estar na empresa ou na “Nuvem”  (cloud computing),  que nada mais é do que o armazenamento em servidores compartilhados pela Internet. Ou seja, em empresas terceirizadas.

nuvem_local

Em uma Agência de Publicidade, o backup de arquivos deve ser realizado diariamente para proteção dos dados em casos de perda acidental ou falha no equipamento, além de liberar espaço nos HDs.

Mesmo com muitas opções de armazenamento virtual disponíveis no mercado, muitos donos e gestores de Agências ainda preferem o backup físico, em computadores e servidores locais na própria empresa. A justificativa costuma ser não só o custo, mas a segurança da informação, já que lidam com estratégias de marketing e campanhas inteiras de clientes.

Existem tanto vantagens quanto desvantagens em cada uma das escolhas. O backup local pode aparentar mais segurança, mas também está sujeito à roubos e acidentes físicos. Já o armazenamento na rede é tão prático pois o acesso aos arquivos pode ser feito de qualquer parte do planeta – daí a alusão à nuvem –  quanto temeroso, já que existem apenas logins e senhas entre os arquivos da empresa e um possível cracker.

A melhor solução é aquela que mais se adequa aos processos internos da empresa. Inclusive, pode-se utilizar as duas opções de forma complementar e integrada, de acordo com os níveis de sigilo de cada conteúdo.


Sobre o Pauta.Me

O Pauta.Me é um software ERP para Agências de Publicidade que possibilita fazer gerenciar arquivos de vários repositórios, inclusive na mesma tarefa ou projeto.

Com o Pauta.Me, o operador arquivar ou acessar arquivos a partir de contas no Google Drive, Servidores Cloud ou até mesmo em computadores na própria Agência.

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Entrevista com Flávio Horta

Qual é o principal desafio para  o Marketing Digital em 2017?

Para fechar a série de vídeos gravados no RD Summit 2016 com chave de ouro e esquentar os motores para próximo ano, a equipe do Pauta.Me/blog entrevistou o publicitário Flávio Horta sobre o desempenho e os desafios das agências de Marketing Digital em 2017.

Horta é CEO da Digitalks, uma das principais plataformas de fomento ao Marketing Digital no Brasil e Diretor da ABRADi – Associação Brasileira de Agentes Digitais, entidade que reúne mais de 600 empresas desenvolvedoras de serviços digitais no país.

Entrevista com Marcos Piangers

Autor do livro best seller O Papai é Pop, o escritor e comunicador Marcos Piangers conversou com a Equipe Pauta.Me sobre os desafios da comunicação moderna.

Piangers trabalha desde 2001 com o público jovem e plataformas digitais do Grupo RBS e apresenta o programa da Pretinho Básico, da Rádio Atlântida FM.

Vorazes consumidores de informação, com grande influência na rede e muito exigentes. Este é o perfil apontado por diversos estudos sobre a Geração Z, jovens nascidos nos anos 1990. O “Z” vem de “zapear”, já que este segmento não costuma se concentrar em um único conteúdo por muito tempo.

A cada ano que passa, o desafio de criar vínculos e manter diálogo entre as marcas e este  público acostumado a utilizar ao mesmo tempo TV, tablet, smartphone e notebooks só aumenta.

A Equipe Pauta.Me entrevistou Marcos Piangers no RD Summit 2016, evento de Marketing Digital que reuniu mais de cinco mil pessoas nos dias 3 e 4 de novembro em Florianópolis.

Panorama das Agências Digitais 2017

Onde estão os clientes das agências?
O que as agências estão fazendo para conquistar novos clientes?
Qual é o modelo de vendas utilizado?

Essas e outras questões são analisadas no Panorama das Agências Digitais 2017 lançado no RD Summit. O Estudo foi desenvolvido pela Resultados Digitais e Rock Content, que obtiveram os dados por meio de uma pesquisa online com 1.222 representantes de agências de todo o Brasil.

pesquisa_agencias_2017

Gráfico da pesquisa Panorama das Agências Digitais 201.

Para saber mais do assunto, a equipe do Pauta.Me/blog entrevistou Juliana Ribas, Analista de Marketing da Rock Content, e Nara Vaz, Responsável pelo Programa de Parcerias com agências e canais da Resultados Digitais.

Acesse a pesquisa: http://materiais.resultadosdigitais.com.br/panorama-agencias-digitais

É disso que estamos falando

A busca por um novo modelo de negócios e o preparo para a inovação marcam o tom das falas de Marcio Santoro (Africa), Eduardo Simon (DPZ&T) e Guga Ketzer (LDC). Jovens CEOs debatem os desafios da propaganda no #MaxiMídia2016 e revelam as perspectivas para 2017. A equipe Pauta.Me se identificou tanto que decidiu compartilhar com você.
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É baseado nestes desafios que desenvolvemos e ampliamos a nossa plataforma.
Queremos auxiliar as Agências neste novo cenário.
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